sexta-feira, 29 de agosto de 2014

PT já prevê Marina à frente de Dilma no primeiro turno

Acendeu a luz amarela na campanha de Dilma Rousseff, depois de análises de pesquisas internas. O temor é que Marina Silva já possa aparecer em primeiro lugar nos próximos levantamentos, mesmo que seja dentro da margem de erro. Na última pesquisa Ibope, Dilma aparece com cinco pontos de vantagem em relação à Marina. No comando petista, já se trabalha de forma realista com o cenário de Marina terminar o primeiro turno à frente de Dilma.


http://g1.globo.com/politica/blog/blog-do-camarotti/1.html

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Prefeito propõe abono salarial para educadores

  Ontem,  domingo  17 de  agosto  houve  uma inesperada rodada de  negociação  entre      o executivo municipal  e      grevistas  da educação  municipal.  Na  nova rodada de negociação  o    secretário   de  educação     Geraldo   Castro  apresentou    algumas propostas para    tentar atender  as revindicações  dos mestres. 

Para variar  o   secretário      ao final  da conversa  acena  com uma proposta     indecente,   o famigerado abono  salarial, de triste memória.

   Foram  apresentadas as seguintes  propostas
1  Decreto    que  soluciona    a situação  de   professores  em  situação de  aposentadoria, esse decreto seria      editado em  15 dias.
2

2     Reforma  de  escolas   --   Relação de  escolas  a   serem  reformadas   com   o  respectivo  TAC  até  29  de agosto de 2014

3     Construção  de 13  creches   até março ou abril de 2015 com  o respectivo TAC

4   P rogressão  Horizontal  (4.000 servidores)  titulação,  gratificação de dificil acesso  

5 Apresentar comissão de  concurso  com  participação  de  professores


 Ao   final do encontro     o  secretário  acenou  com apresentação de  abono salarial ,  o que a categoria  repudiou de  imediato,  em face  da lei do Fundeb, que prevê  reajustes anuais  em   igual propoção   ao resjuste    do   Fundeb    por aluno  que  este  ano  foi   de  19%.

 Hoje    haverá possivelmente  uma nova  rodada  de negociação.

sábado, 16 de agosto de 2014

Por que alguns países não possuem violência epidêmica?

O mundo está cada vez mais autoritário, intolerante, irado e, sobretudo, violento. As democracias estão perdendo (longe) para o autoritarismo. O Estado de direito está sendo vencido pelo Estado de exceção (ou subterrâneo) (tal como prognosticaram os filósofos Walter Benjamin, em 1942, e Giorgio Agamben, em 1995 e 2003). Poucos países destoam do quadro profundamente trágico da violência (a Escandinávia – Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Islândia – e os escandinavizados, como Alemanha, Holanda, Coreia do Sul, Austrália, Nova Zelândia etc., são exceções). Vejamos alguns números:
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Os 18 países selecionados (a nata do mundo em termos de prevenção da violência) apresentam a média de 1 assassinato para 100 mil pessoas (média já atualizada para 2012) e 65 roubos para cada 100 mil. Os EUA (um país extremamente desigual, embora bastante rico) tem taxa quase quatro vezes maior de assassinatos e o dobro de roubos. No Brasil a situação é epidêmica e de descalabro geral: 27,1 assassinatos para cada 100 habitantes (esse número pulou para 29, em 2012) e 547 roubos para cada 100 mil.
Qual a razão para essa brutal diferença entre o Brasilquistão e a Escandinávia? A igualdade material (excelentes condições de vida, alta escolaridade, aumento da renda per capita etc.) é a grande responsável (pelo que sugerem os indicadores socioeconômicos) pela redução drástica da violência nos países capitalistas distributivos. Quanto mais igualdade material (ou seja: quanto mais distribuição da riqueza), menos violência (é o que mostram os números).
Sendo verdadeira a premissa, impõe-se decretar a falência, o erro e o absurdo de todas as políticas puramente repressivas desenvolvidas até aqui no Brasil e na América Latina. Tal como a organização do futebol brasileiro, tudo gira em falso (em torno de fundamentos e atitudes equivocados). Os partidos políticos dos modelos governamentais socioeconomicamente fracassados sempre prometem um mundo melhor. Esse mundo melhor realmente existe, mas para poucos (para os burocratas que administram os países comunistas ou para a elite rica que concentra a quase totalidade da renda do país em suas mãos). A grande maioria não desfruta dos rendimentos obtidos pela nação (no Brasil sabemos fabricar riqueza – somos a 7ª economia mundial -, mas não sabemos distribuir). Cada vez tudo vai ficando pior. O horizonte tétrico do Brasil é Honduras (o país maio violento do planeta).
Analisando-se nossa epidêmica criminalidade, sabe-se que o descontentamento é maior nos municípios de elevado porte (conforme pesquisa do Datafolha): nas cidades com até 50 mil habitantes, 14% foram vítimas de crimes como roubo, agressão etc.; nas de 50 a 200, foram 20%; entre aqueles com população de 200 a 500 mil, o índice fica em 19%, e vai a 25% nas cidades com mais de 500 mil habitantes. Quanto maior a cidade, mais vitimização (o que pode dar suporte às teorias que afirmam que os vínculos familiares e sociais podem ser inibidores do crime). Comunidades menores, pelo que indicam os números, possuem menos violência.
O tipo de crime mais frequente entre os entrevistados foi o que abrange roubo, furto (sic) ou agressão, que vitimou 14%. Entre os moradores das capitais e cidades de regiões metropolitanas, essa taxa chega a 20%, e cai pela metade (10%) nas cidades do interior. Na parcela dos mais jovens, chega a 21%, e também fica acima da média entre aqueles com renda mensal familiar de 5 a 10 salários mínimos (19%). A pesquisa também abordou roubos e tentativas de roubos às residências. Neste caso, 9% tiveram a casa ou apartamento invadido por alguém que roubou ou tentou roubar algo. Com relação ao sequestro relâmpago, 1% do total de pessoas que na entrevista disseram que já foram vítimas desse tipo de crime.
Além dos crimes acima citados, a pesquisa perguntou aos entrevistados sobre parentes ou amigos assassinados nos últimos 12 meses: 21% responderam que tiveram casos de homicídios entre amigos e familiares nesse período. A região Nordeste apontou uma taxa de 31%, acima da média nacional, e a região Sul ficou abaixo, com 13% de respostas positivas. A taxa entre os jovens foi de 30%.




http://institutoavantebrasil.com.br/topicos/editorial-instituto-avante-brasil/

Após não conseguir amarrar cadarço, homem emagrece 76 kg com dieta

16/08/2014 08h35 - Atualizado em 16/08/2014 08h35


Gerente comercial de Rio Preto pesava 168 quilos e pulou para 92.
Reeducação alimentar e exercícios foram as chaves para emagrecer.

Marcos Lavezo Do G1 Rio Preto e Araçatuba
Fábio com 168 quilos e depois, com 92: meta é chegar aos 89 (Foto: Arquivo Pessoal)Fábio com 168 quilos e depois, com 92: meta é chegar aos 89 (Foto: Arquivo Pessoal)
Quando atividades corriqueiras, como amarrar os sapatos, começou a ser uma dificuldade na vida do gerente comercial Fábio Lúcio Bissoli, 35 anos, de São José do Rio Preto (SP), ele teve de rever seu estilo de vida para que seu peso não trouxesse problemas graves de saúde. Com determinação e foco, em um ano e oito meses depois, Fábio emagreceu 76 quilos e agora é outra pessoa.
O desafio começou em outubro de 2012, quando o gerente comercial atingiu seu peso máximo: 168,5 quilos. Em uma família com histórico de obesidade, ele queria conseguir emagrecer sem cirurgias. “Chegou um ponto na minha vida que tive de tomar uma decisão. Tive duas situações limites, como não conseguir amarrar o cadarço sozinho, uma ação simples e rotineira. Outra situação que me marcou foi quando fui fazer uma viagem de avião e tive de pedir um extensor para o cinto de segurança. Foi extremamente constrangedor, todos em volta te olham, fora o desconforto do aperto na cadeira”, afirma.
Fábio conta que sempre foi acima do peso, e que a partir dos 10 anos, começou a engordar ainda mais, ano a ano, até chegar aos 30 na casa dos três dígitos na balança. Ele diz que tem na família parentes que optaram por fazer a cirurgia bariátrica, mas não era o que ele queria. “Engordei de forma gradual e constante, e aos 32 cheguei ao auge do meu peso. Um homem não engorda do dia para noite, ele engorda durante toda a vida. Se fosse para emagrecer, teria de ser assim”, diz o gerente comercial.
Sem cirurgia, Fábio procurou receitas milagrosas e remédios para tentar perder os quilos a mais, mas sem sucesso. A saída foi procurar uma vida mais saudável e, como gosta de esportes e atividades físicas, mas nunca tinha tempo para fazer algo regular, ele precisou se reeducar. Com a nova missão de emagrecer, ele descobriu o personal trainer e, em sua rotina, começou a praticar exercícios seis vezes por semana. “O personal é o cara que me doutrina e me motiva, e com uma nutricionista fiz uma reeducação alimentar. Com isso consegui perder peso, mas é muita determinação, sem falhar na dieta e nos exercícios”, diz.
Se eu não quiser vir malhar é fácil, é apenas não vir. Mas você não pode se enganar"
Fábio Bissoli, gerente comercial
O trabalho deu certo: um ano e oito meses depois, Fábio pesa 92 quilos, saindo da condição de obeso mórbido para sobrepeso. Foram 76 quilos perdidos - 12 apenas no primeiro mês. Para ele, o segredo de conseguir este feito é não se sabotar e não desanimar. “Se eu não quiser vir malhar é fácil, é apenas não vir. Mas, o prejudicado será você, não pode se enganar, o grande problema para o obeso é errar a primeira vez, porque muitos não conseguem voltar”, afirma.
Para não se sabotar, Fábio começou a saborear as pequenas conquistas no longo trajeto, como perder 12 quilos no primeiro mês, conseguir bons tempos nos exercícios aeróbicos, trocar de guarda roupa quatro vezes durante o desafio e comprar roupa em qualquer loja.  “Hoje tenho prazer de entrar em qualquer loja e comprar uma roupa para mim, o que para muitos é uma coisa simples. Antes eu tinha de ir a lojas específicas para obesos. Esses foram meus prêmios, porque no começo é muito difícil. Um cara com o peso que eu tinha, ir malhar, não é fácil. Não conseguia correr um minuto na esteira”, afirma.
O desafio não para por aí, já que Fábio ainda pretende perder pelo menos mais três quilos, antes de fazer a cirurgia plástica, o que espera fazer no ano que vem. Com a cirurgia, ele pretende perder ainda mais seis quilos só de pele e, com isso, chegar ao peso ideal.
Fábio resolveu emagrecer após limitações físicas (Foto: Arquivo Pessoal)Fábio resolveu emagrecer após limitações físicas
(Foto: Arquivo Pessoal)
Malhação
Para o personal de Fábio, Alex Arroyo, a principal missão dele era conseguir manter seu aluno focado durante todo o tempo, já que, segundo ele, muitas pessoas acabam desistindo nas primeiras adversidades. “A maior dificuldade é trabalhar a parte motivacional, porque é um trabalho longo, então tem de motivar a cada aula, trazendo novas atividades. Uma pessoa que chega a academia com 160 quilos, não conseguir caminhar um minuto na esteira, é preciso ter várias opções para ele não desistir nas primeiras dificuldades”, diz.
Alex explica que com o respaldo da avaliação física e nutricional foi possível criar um cronograma de trabalho para manter Fábio sempre focado. O personal diz que já pegou alunos com a intenção de perder muitos quilos, mas nada comparado ao gerente comercial. “Não foi um desafio só para o Fábio, mas para mim também. Ele chegou com sérias limitações físicas e eu tinha de mostrar para ele que era capaz. As ferramentas nós tínhamos, mas a cabeça da pessoa de querer isso também é fundamental. No fim a gente acaba virando amigo, o acompanhamento profissional é importante, porque é ele que vai dar equilíbrio na intensidade do exercício e não te prejudicar”, afirma.
Nutrição
Fábio não quis passar pela cirurgia bariátrica, primeiramente, por medo. Mas também pelo fato de a operação restringir muito sua alimentação, além de ter de tomar uma série de medicamentos. Foi aí que a nutricionista Simone Martineli da Costa entrou em cena.
Ela explica que o importante nestes casos não é uma dieta restritiva, mas sim fazer uma reeducação alimentar baseada nas preferências da pessoa. “O que sempre falei ao Fábio é que o importante é a reeducação alimentar, adaptar a rotina da pessoa e mudar hábitos para  ter uma alimentação saudável, mas também na quantidade certa. Uma dieta restritiva acaba deixando a pessoa antissocial, e isso acaba desmotivando”, diz.
Depois de todo o sofrimento, Fábio afirma que atualmente se dá ao luxo de, nos fins de semana, comer um doce, uma picanha, tomar uma cervejinha, mas, sempre voltando para a rotina de alimentação. “Posso hoje comer um chocolate, mas não vou comer todo dia. Não fiz a cirurgia por medo também de perder o prazer em comer, de ir a uma churrascaria, optei por ir pelo lado saudável”, comenta.
Quase dois anos depois do início do desafio de emagrecer, Fábio se diz realizado e que sua vida pessoal e profissional melhoraram muito. Problemas de saúde, como pré-diabete, pressão alta e apneia do sono deixaram de existir. “Eu dormia muito mal, mas hoje durmo a noite inteira. Então isso são qualidades de vida que você conquista que não quer perder. A academia você acaba pegando gosto, hoje venho porque gosto, não porque é obrigação.”
Fábio durante treino em academia: exercícios e reeducação alimentar (Foto: Marcos Lavezo/G1)Fábio durante treino em academia

"Eu sou produto de movimentos sociais e não de escritório e ar-condicionado", afirma Pedrosa


O candidato do PSOL, o advogado Luis Antonio Câmara Pedrosa, se coloca como a terceira via alternativa para o eleitorado maranhense que ainda não tem candidato definido ao Governo do Maranhão. Hoje pela manhã, em entrevista à Rádio Mirante AM, ele disse que existem dois grupos políticos que se consideram hegemônicos e que se confundem no conceito entre direita e esquerda.
Pedrosa ressaltou que o PSOL entrou de cabeça nessa campanha política para romper com esse paradigma e mostrar para o eleitor que existe uma via alternativa, diferente dos padrões. "O conceito de esquerda é tão complicado quanto o de direita. No entanto, somos de uma esquerda que rompe com o pragmatismo político e que rompe com essa esquerda tradicional que faz concessões e que confunde a esquerda com a direita, como é o caso do PT e suas coalisões", declarou.
Para o postulante à sucessão no Palácio dos Leões, o PSOL entende que há espaço político para a ética política, o compromisso com os grupos vulneráveis, a defesa da reforma agrária, das terras de quilombos, entre outras causas. "Não considero que somos um partido de ultra esquerda, pois se existe uma ultra esquerda, temos que saber também quem é a ultra direita. O PSOL tem um programa que não é da esquerda clássica, pois temos um referencial teórico que adota a democracia pela iguladade de oportunidades", enfatizou.
Pedrosa alfinetou a candidatura do comunista Flávio Dino ao afirmar que figuras carimbadas e símbolos da corrupção no governo Jackson Lago (PDT), hoje se encontram aliadas ao chefe do PCdoB no Maranhão. "O governo Jackson Lago tinha um núcleo duro que mais se parece com a facção criminosa do Bonde dos 40 e que hoje estão atrelados a essa candidatura. Portanto, o eleitor tem que se conscientizar da força que tem na hora do voto", frisou.
Para o candidato do PSOL, exstem lideranças políticas nos grupos políticos tanto de Lobão Filho (PMDB) quanto de Flávio Dino (PCdoB) que são tão criminosas quanto os detentos do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. "Isso porque o enriquecimento ilícito é visível em algumas pessoas. Basta ver seu patrimônio pessoal", criticou.
Pedrosa disse que o mesmo grupo político que prega a "mudança" com o grupo Sarney, não conseguiu avançar em São Luís, com a eleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC). "O que se pode observar é que o prefeito tem o segundo maior salário do Brasil, há uma grande quantidade de secretarias para fazer clientelismo político e os professores da rede municipal estão em greve. Portanto, temos que fazer o debate não de práticas políticas, mas sim de concepção de gestão de governo", destacou.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A morte de Eduardo Campos muda o rumo da corrida presidencial


Ainda não é possível fazer uma previsão sobre os desdobramentos da morte de Eduardo Campos na corrida presidencial. Mas, com segurança, podemos afirmar que a tragédia causará uma reviravolta na disputa pelo Palácio do Planalto.
Os adversários diretos de Campos – Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) – interromperam suas respectivas campanhas. A perplexidade também tomou conta tanto de petistas e tucanos, que reconhecem que a morte do presidenciável socialista pode causar um reflexo imprevisível na eleição.
E apesar de Marina Silva ser apontada internamente como o nome natural para assumir a candidatura presidencial, o PSB vai respeitar o luto para só depois iniciar um debate interno sobre o assunto.
Em terceiro lugar nas pesquisas, Eduardo Campos e Marina Silva apostavam no discurso da nova política para quebrar a polarização da disputa presidencial entre PT e PSDB.
Mas a morte precoce de uma liderança política emergente já causa um sentimento de consternação coletiva no país. Por isso mesmo, ainda é cedo para saber como o principal ator político dessa campanha vai reagir: o eleitor.
Será preciso aguardar esse momento de luto para decantar um pouco mais o cenário político. E só então avaliar como o eleitorado vai se posicionar depois dessa tragédia. Mas uma coisa é certa: a morte inesperada de Eduardo Campos muda o rumo da sucessão presidencial.

http://g1.globo.com/politica/blog/blog-do-camarotti/1.html

O stalinismo mostra as garras em São Luís



  O  stalinismo,     deixou  suas marcas na história recente, mortes  de aliados  e    de  inimigos campos de trabalho forçados, exílios.   Eliminação não só física , mas   principalmente  moral,  denegrir    a imagem dos  adversários          e mesmo de aliados quando  fosse necessário, tudo isso para atingir o      fim  planejado, o poder.

 Aqui  no  Maranhão   o numero de seguidores  do stalinismo é muito grande , os seus métodos são empregados  onde os stalinistas  tem   liderança, direção, seja em sindicatos, em partidos ,ongs   .

 Na direção do estado põem  sempre      os seus métodos em ação, outra marca   inconfundível dos stalinistas  é  a  máquina de mentiras montadas pelos  seguidores dessa linha de atuação política. 

 Aqui no  Maranhão, particularmente em São Luís  ,  a prefeitura    da capital  usa    esses métodos contra  o   cidadão  e   trabalhadores,  Tenta inserir o cidadão  em  SPC  E SERASA,usa artifícios para multar milhares de motoristas, corta isenção de  IPTU, favorece empresários de ônibus onerando os usuários e sempre se apresentam como repúlblicanos.

Na secretaria de  educação de  São  Luís  então  os métodos  stalinistas  são muito  apreciados,   e   a máquina de propaganda  está  funcionando  contra os  professores, que  estão  em greve   e foram transformados pelos stalinistas  e sua  máquina  de propaganda  em  mercenários, em  inimigos de pais  e  alunos.  A partir     de programas de  rádio, particularmente  a rádio capital, propriedade  de  Roberto  Rocha, candidato  a senador, também  através de notas pagas      em horário nobre  de  televisão os professores são  satanizados.
 os professores   usam o verbo  e  a verdade para se  defender, com      grande  esforço  espalharam  pela  cidade  outdoors    com a relação  de vereadores  e dirigentes municipais que votaram  contra  um reajuste salarial  e reivindicações dos mestres,  a medida  simples mais eficaz produziu  grande   efeito,  mas o  stalinismo não  admite  ser  questionado menos ainda desmascarado  e  os outdoors ,produzidos com grande  esforço  amanheceram      destruídos.
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 O  stalinismo  no  Maranhão  começa  a mostrar  a sua marca mais  claramente,  sem pudores  e promete mais; Quem viver  verá
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