domingo, 4 de novembro de 2012

O SINDICALISTA E O FIESTA

Nos próximos dias  o blog trará  a público uma  das muitas histórias cabeludas de um sindicalista muito conhecido no Maranhão.Esse sindicalista   é sempre muito rejeitado  pelas categorias pelas quais passa,  está sempre na "diretoria",  e  adora ser" tesoureiro",  se candidata sempre a cargos propocionais, gasta milhões     e não tem voto nenhum, no seu slogan mentiroso diz sempre defender  interesses  de trabalhador, tudo mentira em verdade   é  uma vergonha para a classe trabalhadora. Contaremos   algumas histórias  desconhecidas do grande público  mas    pra quem é do ramo não é novidade.  Em um outro capítulo falaremos  de   um assessor júridico de um poderoso sindicato, ex funcionário público, agora   assessor jurídico desse sindicato, aliado deste  "sindicalista". Contaremos  a sua história no  serviço público.  A direção nacional   do partido  a que pertence esse sindicalista receberá um pequeno memorial acerca   de suas condutas no Maranhão

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Irmãos procuram celular perdido no DF e encontram R$ 50 mil em cheques

 

http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/11/irmaos-procuram-celular-perdido-no-df-e-encontram-r-50-mil-em-cheques.

 

Eles acharam pasta em bueiro com documentos de empresa e cheques.
Também foram encontrados documentos de pessoas e porte de arma.


Dois irmãos saíram para procurar um celular perdido em Taguatinga Norte, no Distrito Federal, e encontraram uma pasta com mais de R$ 50 mil em cheques. A pasta estava dentro de um bueiro.
O estudante Rogério Santos da Silva levou a pasta para casa e, ao abri-la, vários documentos de empresa e um malote de banco. Dentro desse malote estavam mais de cem folhas de cheque, todas molhadas.
Alguns valores passam de R$ 1 mil e são nominais a uma empresa de colchões. A soma é superior a R$ 50 mil. O rapaz ainda encontrou uma carteira com diversos cartões, documentos de várias pessoas e até uma habilitação de porte de arma.
saiba mais
Com ajuda de amigos, o estudante voltou ao bueiro e achou uma sacola preta com vários contracheques.
A irmã do jovem, a recepcionista Shirley Santos da Silva, disse que tentou entrar em contato com os números de telefone indicados na pasta. “Nós estamos atrás. Gostaríamos de encontrar logo o dono para buscar esse tanto de documento aqui. Nós não temos nenhum interesse em ficar com esse documentos”, falou.
Por causa da greve da Polícia Civil, os irmãos reclamam que não conseguiram entregar os documentos na delegacia.

Ganhadora acha bilhete de loteria que vale US$ 23 milhões após 5 meses


Caso aconteceu na Califórnia, nos Estados Unidos.
Mulher não tinha conferido números; prazo acabaria em menos de 1 mês.




Uma mulher da Califórnia, nos Estados Unidos, só descobriu que havia ganhado US$ 23 milhões na loteria depois que uma foto sua foi publicada na imprensa local cinco meses após o prêmio ser sorteado, de acordo com a emissora "KTLA".
A mulher comprou o tíquete em uma loja de conveniência no dia 30 de maio, mas nunca conferiu os números. A menos de um mês do prazo final para a retirada do prêmio, a loteria publicou na imprensa local uma foto dela, extraída da câmera de segurança da loja, na esperança de que alguém a reconhecesse.
Ganhadora de US$ 23 milhões na loteria em imagem de câmera de segurança da loja onde o ticket foi comprado (Foto: Reprodução)Ganhadora de US$ 23 milhões na loteria em imagem de câmera de segurança da loja onde o ticket foi comprado (Foto: Reprodução)

Revista diz que PT pediu dinheiro a Marcos Valério no caso Celso Daniel


Valério diz que dinheiro seria para 'calar empresário' que fazia chantagem.
Segundo a 'Veja', afirmação consta de depoimento ao Ministério Público.





Uma reportagem publicada na revista "Veja" deste fim de semana relata trechos de um novo depoimento de Marcos Valério, condenado pelo Supremo Tribunal Federal como operador do mensalão, ao Ministério Público Federal. Segundo a reportagem, "Valério afirma que o PT lhe pediu dinheiro para calar um empresário" que ameaçava envolver o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, no assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002. Valério diz que negou dar o dinheiro, mas que o empresário acabou sendo pago por um amigo pessoal do ex-presidente.
Esse novo depoimento foi dado em setembro, quando Valério já havia sido condenado no julgamento do mensalão. Segundo reportagem publicada na quinta (1º) no jornal “O Estado de São Paulo”, que revelou a existência do depoimento, Valério marcou espontaneamente uma audiência com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e pediu para ser incluído no programa de proteção à testemunha em troca de mais detalhes das acusações sobre o esquema do mensalão. O jornal afirma que o depoimento está sob sigilo.
A revista "Veja" traz pontos do que seria o depoimento. Valério, na condição de responsável por arrecadar dinheiro para financiar ações clandestinas do PT, diz que testemunhou uma cena de chantagem contra Lula e Carvalho, extorquidos por pessoas envolvidas na corrupção do governo Celso Daniel, entre eles, o empresário Ronan Maria Pinto, segundo a reportagem.
Ainda conforme a revista, Valério relata que foi chamado para resolver o problema e, durante reunião com o então secretário-geral do partido, Silvio Pereira, e Ronan Maria Pinto, disse: "Nisso aí eu não me meto, não". Valério diz, conforme "Veja", que Ronan obteve a propina e que o pagamento foi feito por um amigo pessoal de Lula. "Envolve um banco que não faz parte do mensalão", segundo ele disse.
Celso Daniel era prefeito de Santo André (SP) pelo PT quando foi sequestrado em 18 janeiro de 2002 na Zona Sul de São Paulo. Seu corpo foi encontrado dois dias depois numa estrada em Juquitiba, na região metropolitana. A investigação da polícia concluiu que ele foi vítima de um crime comum. Mas promotores dizem que ele foi morto a mando de um grupo que comandava um esquema de propina em Santo André, do qual Ronan Maria Pinto faria parte.
O Instituto Lula, que representa o ex-presidente, e o procurador-geral da República informaram ao G1 que não vão se pronunciar sobre a reportagem.
Procurada pelo G1, a assessoria do ministro Gilberto Carvalho informou, por meio de nota, que ele "desconhece" a denúncia publicada por "Veja" e que "nunca teve conhecimento de qualquer ameaça ou chantagem feita pelo senhor Ronan Maria Pinto, diretamente ou por terceiros". Carvalho, segundo a nota, afirma que "nunca teve qualquer contato com Marcos Valério, nem pessoalmente, nem por email, telefone ou outro meio".
Segundo a revista "Veja", Silvio Pereira não foi localizado. O G1 tentou contato e não conseguiu.
Valério diz que tem mais revelaçõesSegundo a reportagem da revista "Veja", Valério afirmou ter mais para contar sobre o esquema, ter como provar que Lula "sabia de tudo" e que passaram pelos caixas do mensalão R$ 350 milhões, mais do que o valor rastreado pelas investigações.
Valério, de acordo com a revista, também teria o que revelar sobre o escândalo dos aloprados, ocorrido em 2006, quando militantes petistas foram presos em um hotel de São Paulo com R$ 1,7 milhão em dinheiro, que seria usado para comprar um falso dossiê contra adversários do partido. Segundo a revista, Valério afirmou saber o nome do empresário que arrumou o dinheiro.
Acusado pelo Ministério Público de ser o operador do mensalão, Valério foi considerado culpado pelo Supremo por cinco crimes (corrupção ativa, evasão de divisas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e peculato) e condenado a 40 anos, 1 mês e 6 dias de prisão - até o final do julgamento o tamanho da pena ainda pode mudar. As penas de prisão e multa ainda serão ajustadas e podem aumentar ou diminuir a depender da "coerência" e do papel de cada um no esquema, segundo ministros do Supremo.
Valério responde a cerca de dez processos pelo país, como a ação sobre o mensalão tucano e suposta fraude em empréstimo no BMG, que tramitam em Minas Gerais.
Segundo o procurador-geral da República, eventuais informações que Marcos Valério pudesse fornecer por meio de um acordo de delação premiada não poderiam mais ser utilizadas no processo do mensalão, em fase final de julgamento no STF (leia: "Informação resultante de delação não poderia mais ser usada, diz Gurgel").

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Situação de detentos com doença mental é destaque do CNJ no Ar

A edição desta quarta-feira (31/10) do programa CNJ no Ar, da Rádio Justiça, mostra a situação de mais de cem detentos com diversos tipos de doença mental que são mantidos em presídios e delegacias do Maranhão sem o tratamento adequado. Esses dados foram apresentados no levantamento do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão (TJMA). Para comentar o assunto, a equipe entrevista o juiz auxiliar da 2ª Vara de Execuções Penais do Maranhão, Douglas Martins.
Ainda nesta edição, os ouvintes ficarão por dentro do que aconteceu no Seminário Justiça em Números, realizado no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O evento, aberto pelo ministro Ayres Britto, divulgou o relatório 2011, que introduziu nova forma de avaliação dos tribunais, facilitando a compreensão dos dados. A equipe de reportagem da Rádio Justiça acompanha o evento e traz as principais informações.
O programa CNJ no Ar consiste em uma parceria do CNJ com a Rádio Justiça. É transmitido pela Rádio Justiça, de segunda a sexta-feira, a partir das 10h, na frequência 104,7 FM, e também pode ser acessado pelo site www.radiojustica.jus.br.
Agência CNJ de Notícias

Professora que fotografou escola em Imperatriz tem demissão suspensa


Informação foi confirmada pelo prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira.
Uliane Araújo Santa Rosa fotografou alunos em sala com goteiras.





"Será feita uma avaliação da situação da escola, da professora, e a situação de todas as escolas municipais também será revista", afirmou o prefeito.

Nas imagens feitas pela professora é possível ver os alunos se protegendo com guarda-chuvas, além do chão da sala de aula alagado e buracos no telhado da instituição. De acordo com a professora, a intenção ao publicar as imagens era chamar a atenção para os problemas da rede municipal. “Não identifiquei o nome do colégio ou de qualquer funcionário da instituição, mas publiquei as fotos em meu perfil pessoal, pois acredito que não se deve ficar de braços cruzados diante de uma situação assim”, falou ao G1. As fotos publicadas nas redes sociais foram acessadas por mais de 20 mil pessoas em todo o país.
A professora de História foi demitida após a grande repercussão do caso. Segundo o secretário municipal de Educação, Zeziel Ribeiro da Silva, Uiliene Araújo Santa Rosa é seletivada e seu contrato foi rescindido após a postagem da situação da escola nas redes sociais. O secretário afirmou que o episódio foi isolado e que a escola, que fica no parque São José, um bairro da periferia de Imperatriz, tem um dos melhores prédios entre as municipalizadas da cidade.
saiba mais
     A direção da escola afirmou que a demissão ocorreu porque a professora divulgou as fotos sem antes comunicar o problema da sala de aula e que Uiliane já vinha se desentendendo com boa parte dos funcionários. "Eu já fiquei sabendo pela internet. Ela não teve ética, ela deveria ter tirado os alunos da sala e pedir, mostrar o que estava acontecendo”, disse a diretora Ivone Carvalho.

    Uiliene Araújo acredita que a demissão foi uma retaliação por causa das fotos publicadas. A professora acionou a Justiça denunciando a situação da escola para ter seus direitos reconhecidos.

Moradores de Paraisópolis cobram ação social além da presença da PM

Do G1 São Paulo

Comerciante diz esperar solução para vazamento de esgoto há quatro anos.
Presidente de associação afirma que região 'é uma invasão no Morumbi'.


Policiais da Cavalaria da PM circulam pelas ruas de Paraisópolis desde segunda-feira (29) (Foto: Glauco Araújo/G1)Policiais da Cavalaria da PM circulam pelas ruas de Paraisópolis desde segunda-feira (29) (Foto: Glauco Araújo/G1)













Moradores da Favela de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, estão divididos com a Operação Saturação que a Polícia Militar realiza na região desde segunda-feira (29). Alguns declaram apoio ao trabalho policial, mas outros dizem estar incomodados com a presença de homens da cavalaria e de carros da corporação nas ruas. Há quem questione a ausência de ações conjuntas na área de saneamento, saúde, habitação e iluminação.
Segundo o major Streifinger, da PM, 15 pessoas foram presas desde o começo da Operação Saturação. Foram apreendidos ainda 125 kg de maconha, 12 kg de cocaína, uma granada, 119 tubos de lança-perfume, nove armas e munições de fuzil e de outros calbres.
saiba mais
  • "Não será com ações pontuais como esta que os problemas de segurança e da violência em Paraisópolis e em São Paulo serão solucionados. O governo precisa estar presente constantemente. Aqui temos 5 mil crianças fora de creche, por exemplo. A comunidade precisa de ações concretas", diz Gilson Rodrigues, presidente da União dos Moradores de Paraisópolis (UMP).
Presidente da União dos Moradores de Paraisópolis, Gilson Rodrigues, disse que a região é 'uma invasão no Morumbi' (Foto: Glauco Araújo/G1)Presidente da União de Moradores de Paraisópolis,
Gilson Rodrigues, disse que a região é 'uma
invasão no Morumbi' (Foto: Glauco Araújo/G1)
Ele questiona os dados do Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado em 2011, que coloca Paraisópolis como a favela com o maior número de habitantes em São Paulo, com 42,8 mil moradores em mais de 13 mil domicílios ocupados. "Há muita controvérsia sobre esse dado. Há um levantamento da Secretaria de Habitação de São Paulo, feito em 2005, que indica haver 80 mil habitantes aqui. De lá pra cá, Paraisópolis só cresceu. Somos mais de 100 mil pessoas", afirma Rodrigues.
O representante de moradores diz ainda que a população da região está cobrando a promessa feita pelo prefeito Gilberto Kassab, em 2009, para a realização de ações sociais, batizadas à época de "Virada Social". "Foram 123 ações prometidas durante aquela ação policial. Deste conjunto de ações, apenas 85% foram realizadas. Falaram durante o período eleitoral que Paraisópolis é bairro. Não moramos em um bairro, isso aqui é favela. Isso é uma ocupação de terrenos no Morumbi. O esgoto tratado que foi prometido só ficará pronto em 2014 e o hospital não foi feito", afirma o presidente da UMP.
A comerciante Socorro Ferreira da Silva, de 60 anos, reclama da falta de uma ação concreta para solucionar o problema de vazamento de esgoto na porta de sua casa e de seu estabalecimento comercial. "O esgoto volta para o meu banheiro e enche o meu bar. Não é esgoto só da minha casa, é de todas as casas que estão acima de mim. Eles (Sabesp) vieram aqui anteontem [segunda-feira] e desentupiram, mas ontem [terça-feira (30)] estava tudo na calçada de novo."
Menina organiza pares de chinelo em Paraisópolis (Foto: Glauco Araújo/G1)Menina organiza pares de chinelo em Paraisópolis (Foto: Glauco Araújo/G1)
Sobre a ação policial, ela diz estar indiferente e não sabe dizer se está mais segura ou não. "Quem não deve, não teme. Sou trabalhadora e busco o meu pão de cada dia. Eu estou tranquila. A polícia tem de fazer o trabalho dela. Por mim, não posso falar nada do trabalho mais nada."
Outros moradores, que preferem não se identificar, reclamam da ação policial no período noturno. "Quando os holofotes somem daqui, quando anoitece, os policiais abusam, intimidam trabalhadores, moradores de bem. Eles dão tapas e fazem ameaças. Eles têm de fazer o trabalho dele e pronto, não precisam fazer isso", diz um jovem na Rua Melchior Giola.
Uma dona de casa diz que falta espaço para atividades de entretenimento em Paraisópolis. "As crianças brincam nas ruas, no chão de terra batida. Precisamos deixar nossas crianças crincarem", afirma.
Para ler mais notícias do G1 São Paulo, clique em g1.globo.com/sp. Siga também o G1 São Paulo no Twitter e por RSS.
Policiais circulam por Paraisópolis desde segunda-feira (29) na Operação Saturação (Foto: Glauco Araújo/G1)Policiais circulam por Paraisópolis desde segunda-feira (29) na Operação Saturação (Foto: Glauco Araújo/G1)
Região tem mais de 100 mil habitantes, segundo presidente da União de Moradores de Paraisópolis (Foto: Glauco Araújo/G1)Região tem mais de 100 mil habitantes, segundo presidente da União de Moradores de Paraisópolis (Foto: Glauco Araújo/G1)